Hotel cobra providências à Casal para conter vazamento

Esgoto invadiu as casas da rua (Foto: Severino Carvalho)
Esgoto invadiu as casas da rua Karol Wojtyla (Foto: Severino Carvalho)

A gerência do hotel localizado nas imediações da rua Karol Wojtyla (Papa João Paulo II), em Maragogi, cobrou medidas urgentes à Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal) no sentido de conter o vazamento da rede de esgotamento sanitário que afeta aquela via e as residências ali existentes.

Em nota encaminhada à GazetaWebMaragogi, a gerência esclarece que foi o próprio hotel que procurou a Casal, oferecendo-se para dar suporte no que for preciso com vistas a solucionar o problema que afeta os moradores daquela rua, tomada pelo esgoto que retorna e escapa pelas caixas de visita e ralos das casas.

Segundo a Casal, o vazamento (retorno) da rede está ocorrendo porque a bomba da Estação Elevatória 04 já não suporta o grande volume de efluentes gerado pelos domicílios conectados ao sistema, dentre os quais o hotel. De acordo com a companhia, o equipamento precisa ser substituído por outro de maior potência.

“Ao contrário do que foi dito, nós é que nos oferecemos para a compra de bombas e para dar o suporte que for necessário. Solicitamos as referências para a compra imediata dos equipamentos, mas, até o momento, ninguém se manifestou”, esclareceu a gerência do hotel, que se solidarizou com os moradores.

“Estamos igualmente indignados com a situação e cobrando providências junto à Casal. Ninguém mais do que nossa empresa, que paga em dia milhares de reais com a taxa de saneamento, quer ver o problema resolvido com a urgência necessária e de forma definitiva”, enfatizou a gerência, lembrando que o estabelecimento hoteleiro não sofreu nenhum dano em razão do problema verificado na rede de esgotamento da Casal.

A Companhia informou que já deu início ao processo para a compra dos equipamentos, mas não estabeleceu data para a troca das bombas. Segundo a Casal, não há como fixar um prazo em função do processo licitatório, que demanda tempo.

“Bombas e equipamentos têm tempo de vida útil, apresentam defeitos. É um absurdo dizer que a licitação leva tempo. É sempre a mesma história. No mínimo, deveriam fazer licitação para ter um estoque de reserva e, num momento como esse, bastaria fazer a troca. Manutenção preventiva também ajudaria”, criticou a gerência.

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